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Oncologia
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Muitas pessoas nem imaginam, mas o olho também é um órgão que pode ser atacado pelo câncer. O tipo de câncer ocular mais frequente é o melanoma de coróide, um tumor maligno mais comum em adultos do que em crianças.

- MELANOMA DE CORÓIDE: O melanoma de coróide é o tumor primário intra-ocular mais comum em adultos, a incidência anual de melanoma ocular é de aproximadamente 10 casos para cada milhão de habitantes. Incide igualmente em homens e mulheres e entre os 40 e 65 anos de idade.
O melanoma pode acometer diferentes partes do olho, desde a parte mais externa (pálpebra e conjuntiva), até as estruturas internas, como a íris, o corpo ciliar e a coróide. A parte do olho mais acometida pelos melanomas é a coróide, camada do olho entre a esclera e a retina, no “fundo do olho”. Esta parte do olho não é visível a olho nu, sendo necessário dilatar a pupila e examinar com equipamentos especiais para ver as doenças que afetam esta parte do olho.
O Melanoma de Coróide pode apresentar sintomas como queda de visão e pontos luminosos, porém, em grande parte dos pacientes, ocorre sem sintomas, sendo detectado durante um exame de rotina. Por estar localizado dentro do olho, o Melanoma de Coróide raramente causa sinais externos perceptíveis a olho nu.

-RETINOBLASTOMA: É um câncer ocular que atinge as células da retina, sendo o tipo mais comum de tumor ocular a acometer crianças desde o nascimento até aproximadamente os 5 anos de vida. Este câncer acomete 1 criança em cada 15 mil nascidas vivas. A apresentação mais comum do Retinoblastoma é o reflexo pupilar branco ou “o reflexo do olho de gato”. Ele tem origem genética e é causado pela mutação de um gene do cromossomo 13. Em 10% dos casos é transmitido por hereditariedade. Os outros 90% têm causas desconhecidas.



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F.A.Q.
Como pode se manifestar o tumor?
R: Em alguns casos pode se manifestar com queda da visão caso apresente-se associado a descolamento da retina, ou quando ele é muito grande produzindo uma sombra na visão. Os exames oftalmológicos para o diagnóstico são: Retinografia , Angiografia, Ultra-som Ocular e Mapeamento da Retina.

Como acompanhar a saúde do paciente?
R: É um tumor grave que pode causar metástases no fígado, cérebro ou pulmões, por esse motivo, deve-se realizar mapeamento do abdômen, tórax e crânio, por meio de tomografia, ressonância magnética e provas da função hepática por meio de exames de sangue a cada 6 meses no pacientes com a presença do tumor.

Como é o acompanhamento?
R: Os pacientes com melanoma ocular são acompanhados em conjunto pelo oftalmologista especializado em tumores e pelo médico oncologista. Sabemos que nos primeiros 5 anos após tratamento existe maior chance do paciente desenvolver metástases e o principal órgão a ser afetado é o fígado e durante este período o paciente deve ser examinado a cada seis meses.

Quais os sinais no caso de Retinoblastoma?
R: Presença de um brilho branco e perda do reflexo vermelho na pupila, semelhante a um olho de gato no escuro ou a uma luz branca que pisca dentro da “menina dos olhos”. Ele também pode ser caracterizado por um estrabismo precoce.

Como identificar?
R: O Retinoblastoma pode ser identificado através de uma fotografia. Quando a luz do flash da câmera bate sobre os olhos e reflete um ponto branco na pupila, representa o reflexo da luz sobre a superfície do próprio tumor. Ao notar esse sintoma procure um oftalmologista para realizar os exames necessários e diagnosticar rapidamente a doença.

Como é o diagnóstico e tratamento?

O diagnóstico é feito por exame do fundo do olho complementado pela ultrassonografia ocular e pela tomografia por computador, do olho, órbita e sistema nervoso central.
Tumores pequenos, em geral, são tratados por laser; tumores médios são tratados por quimioterapia, braquioterapia e laser; Tumores grandes, geralmente, só podem ser tratados pela remoção do globo ocular.



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